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Sonho Ter

"Sonho ter um celular azul" - Guilherme, 13 anos, síndrome do clipe trenome

Guilherme tem 13 anos e mora metade do ano na cidade em que nasceu e onde pode conviver com os pais, irmãos, avós e o resto da família. A outra parte do ano, passa só com sua mãe numa casa de apoio a crianças que precisam de algum tratamento médico. Ele mantém essa rotina desde o diagnóstico da doença, quando ele ainda era bebê

Seu assunto favorito é a família. Também gosta de falar da escola e dos professores, mas para conhecer o brilho dos seus olhos as fadas tiveram que mergulhar fundo e chegar até seu grande sonho. Guilherme demorou um pouco para revelar que sonhava em ter um celular azul: "É que eu nunca imaginei que alguém pudesse vir aqui para realizar o meu sonho!

A expectativa do jovem é que a realização deste sonho faria com que ele chegasse mais perto de sua família, podendo compartilhar os momentos mais fáceis e também os mais difíceis com eles. Sabe como é, quando o apoio é maior a gente se sente mais seguro!

Além disso, viriam também os aplicativos, para assistir vídeos e a chance de se sentir inserido num grupo de adolescentes e adultos que possuem celular!

Prestes a entender o poder de sonhar, Guilherme foi convidado para uma visita ao Aquário de São Paulo. Aproveitando para visitar cada cantinho do grande aquário, ele sempre ia na frente, acompanhado de sua mãe, que vibrava junto simplesmente por estarem lá!

Ele queria conhecer, ver, sentir, explorar aquele espaço. A cada animal, uma surpresa, uma descoberta, um comentário, um sorriso pra ser incluído na lista, afinal ele estava entre os mais fortes, tantas vezes assustadores e outras tão dóceis. Eram pinguins, tubarões, focas e até ursos polares para ele admirar e aprender.

E foi justamente próximo aos ursos polares que ele deu seu maior sorriso e que, por um instante, parecia ter transformado sua fisionomia para sempre. Com frio na barriga ele percebeu que seu sonho estava sendo realizado.

Já no carro de volta para casa uma pergunta clássica de mãe para o filho: “Está feliz?" Ele que já mexia no celular apenas levantou a cabeça com o sorriso ainda estampado no rosto e fez o gesto que sim!

Agora ele tem certeza que vale a pena sonhar e acreditar.

Colaboração: Aquário de São Paulo

Voluntários: Bruna Barros, Camila Faria Silva e Isabella Mariano Carui

Saiba como você pode contribuir para realizar sonhos como esse!

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